Quanto você precisa ter investido para poder cobrir 100% das suas despesas com rendimentos?

Sei que este é um conteúdo diferente dos meus conteúdos tradicionais, porém.. falar de dinheiro ainda é um TABU aqui no Brasil. Saber controlar seu dinheiro, falar sobre dinheiro, estar em paz com o dinheiro também é um componente importante para uma boa vida. Então, vamos lá!

Para fazer esta conta, você precisa saber um número que provavelmente você não sabe e não vai gostar de saber (pelo menos na 1ª vez).

Antes de ir para o texto, tenho alguns disclaimers bastante importantes:

  1. Este post não é uma recomendação de investimento
  2. Independente do que te falarem: renda variável sempre terá risco
  3. Os números que vou mostrar são embasados em dados do passado
  4. Você vai encontrar vários conteúdos em inglês com a sigla FIRE🔥 que falam sobre o tema.

Eu vou me concentrar apenas na parte do “FI” → independência financeira

Bom, provavelmente existem outras considerações importantes, mas qualquer coisa eu edito depois e atualizo. Vamos ao que interessa!

Para fazer esta conta, você vai precisar descobrir o quanto você gasta por ano com absolutamente tudo: aluguel, água, luz, cartão de crédito, mercado, lazer, salão de beleza, futebolzinho, spotify, netflix.. ou seja, tudo.

⚠️ um cuidado importante ⚠️

Quando eu fiz este exercício pela 1ª vez, eu peguei o gasto mensal e multipliquei por 12 para chegar na conta anual. Desta forma eu esqueci vários gastos que são ‘sazonais’, como ipt, ipva, seguros e por aí vai.

Fazendo esta conta você vai chegar em uma quantia (assustadora). Montei uma tabelinha com alguns exemplos:

Para facilitar o exemplo, vamos imaginar que você tem o custo anual calculado de 69k reais. Quanto você precisaria ter investido para cobrir todos estes custos apenas com o rendimento dos seus investimentos?

Antes mostrarei um dado da exame invest sobre o rendimento de alguns ativos nos últimos 10 anos (de 2011 a 2020):

Ou seja, vamos considerar que todo ano você vai conseguir fazer seus investimentos renderem 6%.

Para que este dinheiro investido não fosse diminuindo a medida que você for utilizando ele para cobrir seus gastos, consideraremos que vamos gastar somente 4pp dos 6% de rendimento.

Calma, se você se perdeu, jaja vem uma tabela para deixar claro.

A conta é: dinheiro investido rendendo 6% ao ano. Você retira 4pp dos 6% para cobrir suas despesas, sobrando sempre o investimento inicial + 2%.

Então como referência, veja esta tabela com custos mensais (e anuais) e qual a quantia necessária para que o seus investimentos💰 cubram seus gastos:

Se você fizer a conta: poderá ver que o investimento necessário (estimado) nada mais é do que seu custo anual multiplicado por 25x.

Isto acontece porque estamos partindo do principio que queremos cobrir esta despesa anual com 4% dos investimentos. E 4% x 25 dá 100%.

Sei que tem várias considerações (pensando em inflação e flutuações tipo covid, eleições etc), mas meu objetivo aqui é dar uma noção/referência para quem nunca fez a conta.

E fazer um modelo que conta com tudo já logo de inicio seria mais um inibidor do que facilitador.

Post inspirado neste conteúdo da Forbes: link

Se você de alguma forma gostou do conteúdo / achou útil, deixe seu comentário ou me mande um e-mail no contato@leodabague.com ✉️

Fracasso. Sempre presente, mas nem sempre visto da melhor maneira

Invariavelmente nós colecionamos sucessos e fracassos ao longo da vida. Neste vídeo eu conto um pouco alguns dos meus fracassos e mostro como uma mudança (motivada pela terapia) de mindset me ajudou a usar meus fracassos para obter sucesso, ser grato e várias outras coisas.

Durante o vídeo eu mostro várias coisas, mas já que você veio até o blog ver o vídeo, vou deixar as referências como bônus 😉

https://www.instagram.com/p/CJWP9-HBNGf/

Se você ainda não conhece o insta: @lizandmollie

Aproveite e vai lá conferir. As ilustrações são belíssimas e as sacadas são ótimas.

Um dos aprendizados que eu trago no vídeo é justamente que fracasso e sucesso não são opostos.

Link para esta imagem.

Esta 2ª imagem, logo abaixo, mostra exatamente como eu me senti por vários anos por ter interrompido minha formação em Engenharia Elétrica na UFPR. Foram necessários alguns anos para que eu admitisse para mim mesmo que aquele fracasso era um fardo. E foram necessárias algumas sessões de terapia para conseguir entender e re-significar aquele sentimento para que ele o aprendizado me permitisse a enxergar este (e outros fracassos) como o boneco da direita faz.

TEDs Imperdíveis: de linguagem corporal até ser feliz

TED é uma organização que promove palestras com objetivo de propagar boas ideias. O Slogan da organização é “Ideias that worth spreading” que em tradução livre significa Ideias que merecem ser compartilhadas.

1. Sua linguagem corporal pode transformar quem você é.
Amy Cuddy | TED Global 2012

É rico não só pelo conteúdo, mas também pela história pessoal que a palestrante trás para embasar a pesquisa dela.

👉 Este TED pode te ajudar a ter mais confiança para falar em publico, fazer uma apresentação, ir em uma entrevista ou qualquer outra situação que você queira se sentir mais “poderoso(a)”.

2. O Poder da Vulnerabilidade
Brené Brown | TEDxHouston 2010

Antes mesmo do famoso livro da Brene Brown (‘A Coragem de ser imperfeito’ & ‘A Coragem para liderar’), ela deu esta palestra.

👉 Difícil escolher 1 só aprendizado desta aula. Entretanto eu te dou o seguinte spoiler: todos temos vulnerabilidades e de certa maneira tentamos ‘esconde-las’ e/ou ‘anestesia-las’, fingir que não temos estas imperfeições. Ao fazer isso, você também esconde e/ou anestesia sua gratidão, felicidade, alegria.

3. Aprendizados em tempos difíceis
Simon Sinek | TED 2021

Este vídeo é de maio de 2021, então não tem tradução para o português ainda, então vou deixar um pouco mais explicito meus principais aprendizados.

Para quem não conhece, Simon Sinek é um dos autores de um dos livros (e de um TED) mais legais que eu já vi. O livro é “Comece pelo Porquê” e o TED não este aqui, é outro que você pode ver neste link.

Neste recente TED, Simon deixou para mim os seguintes aprendizados:

👉 O período de COVID nos causou uma espécie de trauma. Uns foram afetados antes do que os outros, mas de qualquer forma todos nós fomos atingidos direta/indiretamente.
👉 Se você esta precisando de ajuda, mas não sente que tem alguém com que você possa contar, ofereça ajuda para alguém que você acredita que precisa. De maneira não muito lógica, você acaba atraindo a ajuda que você precisa enquanto esta tentando ajudar alguém com um problema parecido.
👉 Apesar de vivermos em um mundo moderno, nós ainda somos um organismo “velho”, que precisa de contato, ajuda e conexão verdadeira. Assim como os nossos antepassados que viviam em cabanas e tribos de menos de 150 pessoas.
👉 Quando você pergunta para alguém: “Como você tá? Você está bem?” e você realmente se importa com a resposta, isto significa que você tem uma característica importante de liderança.
👉 Um exercício para descobrir seu “porquê” durante este período de isolamento é ligar para seus melhores amigos e explorar (a fundo) o que é que faz aquele amigo gostar de você e ser seu amigo. A pergunta é simples, mas é super complexo de responder, porque exige que a pessoa transforme um sentimento em palavras (o que é bastante difícil de fazer).

💡 apesar de eu ter tentado ao máximo transmitir a mensagem, Simon é um tremendo comunicador, então recomendo (se você entende inglês) que assista o vídeo original.

4. A Surpreendente Ciência da Felicidade
Dan Gilbert | TED 2004

Se preferir assistir em HD, veja neste link: https://www.ted.com/talks/dan_gilbert_the_surprising_science_of_happiness

Sempre gostei muito de ler sobre Felicidade. Inclusive, o meu 1º vídeo para o canal do Youtube veio depois de reler anotações sobre um livro sobre o tema.

E este TED mostra baseado em resultados de pesquisas duas conclusões nenhum pouco obvias sobre felicidade:

👉 Se você não tem poder de escolha sobre uma situação, é provável que você se satisfaça e seja feliz com o caminho que você vai seguir.

👉 Ao perguntar para as pessoas se elas preferem ter mais poder de escolha, mais da metade diz que sim. Ou seja, a maior parte das pessoas opta (intuitivamente) seguir por um caminho mais difícil de se sentir satisfeito / feliz.


Você já conhecia o TED?
Tem algum que você adicionaria a esta lista dos talks inspiradores?


Outros posts que podem te interessar:

Como refletir mais me ajudou a ser melhor

O quanto você refletiu nos últimos 30 dias?
O tempo é curto e a lista de coisas para fazer só aumenta. Não duvido que você possa ter respondido a pergunta que te trouxe até aqui com “nada” ou “quase nada”.

Eu já passei vários períodos assim, mas acabei criando o habito de intencionalmente parar para refletir frequentemente por conta da terapia (sim, faço terapia a algum tempo já). Hoje eu consigo dizer que a reflexão me ajudou a:

  • aprender mais (e lembrar mais do que li/assisti);
  • agradecer mais;
  • melhorar minha produtividade;
  • evitar ficar doente;
  • realizar mais.

Ainda sim, é possível que você tenha pensado uma destas duas ‘desculpas’:

"Mas eu não vou fazer terapia"
"Mas eu não tenho tempo para isso."

Apesar de eu achar que todo mundo deveria pelo menos experimentar fazer terapia por alguns meses, não tem problema não querer. Você consegue encontrar o caminho sozinho 🙂

👈 Sobre não ter tempo, sugiro o livro “Make time: how to focus on what matters every day” ou em tradução livre “Crie tempo: como focar no que importa todo dia”.

Ou seja, se você achar que é importante fazer isso, você pode/vai achar tempo para fazer.

Como eu faço

Ao final de cada dia eu tenho duas mini-tarefas que eu me dei:

  1. Classificar aquele dia que esta terminando em uma dentre 5 cores. Cada cor tem um significado e na minha escala, a 1ª cor é roxo e significa que não foi um dia bom e a 5ª cor é azul royal e significa que o dia foi excelente.
  2. Resumir aquele dia em uma frase ou palavra.
Exemplo de alguns dias de 2021: neste print não dá para ver os comentários com o resumo dos dias.

Fiz um modelo para 2022 e vou deixa-lo neste link para você entrar e fazer uma cópia para você. Obs: tem um tutorial de como usar a planilha no final deste post.

Ambas as tarefas parecem simples e um pouco inúteis se você faz 1x só. Então continue. Alguns dias em sequência e você já tem 1 semana completa. Ao longo dos dias, percebi que eu estava prestando mais atenção nas coisas. Prestava mais atenção no que era dito, em como meu corpo estava (se alguma reunião tinha me dado dor de cabeça ou se me sentia irritado com alguma coisa). Também me peguei pensando: “olha, isso vai poder ser meu highlight de hoje, deixa eu anotar para não esquecer”.

Meu compromisso marcado (por mim mesmo e para mim) me deixou mais vigilante e atento e me arrisco a dizer até.. que isso tangencia um conceito de mindfulness.

Passei a ter mais clareza a quais situações me deixavam mais preocupado e causavam insônia, e que outras coisas me deixavam p. da vida. Também percebi o quanto conversar com as pessoas me regenerava. As vezes um dia estressante, cheio de buchas tinha um highlight super positivo por conta de um 1×1 feito com alguém ou por conta de uma conquista.

Imagens do livro: “Mostre seu trabalho” do Austin Kleon

Um dia logo virou uma semana, algumas semanas viraram um mês, alguns meses viraram um semestre. E no check-up deste ano (2021), que atrasou quase 1 ano por causa do COVID, a surpresa de não ter tido mais nenhuma crise de pedra no rim mesmo depois de ter parado com a medicação.

Claramente isso não aconteceu só porque eu coloco algumas palavras / cores em um papel. Isto aconteceu porque hoje eu estou muito mais conectado e consciente em relação ao que eu sinto, faço e falo.

Passei a enxergar mais conexões entre as coisas e isso acabou melhorando muito minha memória, minha vontade de anotar as coisas e consequentemente o que eu lembro e aprendo quando estou fazendo uma aula, lendo um livro ou participando de uma reunião.

Ao longo desta jornada, eu comecei uma nova lista (ou tarefa):

Ao final de cada semana, eu anoto pelo menos uma coisa que eu tenho a agradecer. Eu sei que tem gente que faz lista de 5 coisas por dia, mas aqui eu deixo mais uma dica: adapte as receitas / métodos para algo que te permita ter consistência. Esta semana estou completando 22 semanas seguidas refletindo e escolhendo pelo menos um motivo para agradecer.

Por fim, posso dizer que essa rotina de reflexão me ajudou pessoalmente, mas também profissionalmente. Refletir diariamente, me faz organizar as ideias, pensar na agenda, nas pendencias, nos compromissos.

Claro que esta longe de ser um sistema perfeito, mas hoje eu posso dizer com embasamento (escrito) porque eu acredito que estou melhor do que a 30, 60 ou 90 dias atrás.

Se você baixou a planilha e não conseguiu / entendeu como usa-la, gravei um mini-tutorial com +- 3 minutinhos:

Desmistificando propósito

Sei que este tema é polêmico e extenso, ainda sim, acredito que é um assunto necessário e inevitável.

Emprestando uma frase do livro “Seja egoísta com sua carreira” do Luciano Santos:

Para me aprofundar um pouco mais no tema, fiz um vídeo (um pouco mais longo do que eu esperava) sobre o assunto:

Esta é minha estreia no Youtube nesta jornada de compartilhar um pouco de como eu venho conduzindo minha jornada.

Se você tiver alguma dica, sugestão, crítica ou qualquer outra consideração, por favor faça 🙂

Algumas referências citadas no vídeo
Flow: Mihaly Csikszentmihalyi | https://amzn.to/34b2MtS
O lado dificil das situações dificeis: Ben Horowitz | https://amzn.to/3wtG5x3

Why Work Friends are Worth It: Podcast HBR IdeaCast

Motivação: uma armadilha para suas ambições e sonhos

Você já deixou de fazer algo por falta de motivação? Eu já, várias vezes.

“ah, estou sem vontade de fazer isto agora, daqui a pouco eu faço”

Se você depende da motivação e ela não vem, o que acontecem com seus planos (e sonhos)?

Falar sobre isso me lembra da primeira aula de Matemática do terceirão (muitos anos atrás) com o ilustre professor Carlos Walter Kolb. Nesta aula o professor nos contou que estudar para passar no vestibular, como várias coisas na vida, é algo que precisamos fazer independente da motivação.

A analogia usada por Kolb era que a vida era como um trem. A escolha do que vai ficar em cada vagão e, principalmente, o que vai ser a locomotiva do seu trem é sua. Aproveitando seus longos anos de experiência o professor também disse:

“Se a locomotiva do seu trem for a motivação, alguns dias você vai andar, outros dias vai ficar parado. Entretanto, se a locomotiva do seu trem for a AÇÃO, então o seu trem vai sempre andar”

Então a minha busca tem sido me forçar a fazer o que eu tenho que fazer, mesmo sem estar com vontade de fazer. O mais engraçado é que a sensação de ter concluído algo (motivado ou não) me gera um sentimento de progresso e isso me motiva.

E pesquisando mais sobre o assunto, encontrei o passo a passo sugerido pelo autor do livro “The motivation Myth” (O Mito da Motivação) do Jeff Haden, para fabricar sua motivação:

framework para fabricar motivação: esforço gera progresso, que gera realização, que então gera motivação. isso reforça continuar se esforçando
fluxo que pode gerar motivação

Tudo começa com a ação/esforço. Com o tempo, isto te faz melhorar e perceber que progrediu. Como consequência, você se sente bem com estas (pequenas) conquistas.

E todo mundo gosta de se sentir bem, então isto te motiva a continuar.

Este framework me permite a contribuir com a analogia do trem do meu antigo professor. A locomotiva do seu trem precisa ser a ação/esforço. A medida que seu trem anda, você carrega ou re-carrega as baterias do seu segundo vagão: a motivação.

Então partiu realizar!


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O autoconhecimento: a chave para agir e não apenas reagir

Recentemente eu recebi uma pergunta inesperada de um candidato ao final de uma entrevista. Ao final da nossa conversa de 25 minutos, agradeci a participação do candidato e abri para eventuais perguntas que ele pudesse ter (geralmente sobre a função, empresa, time). Sem ter muita dúvida, ele me olhou e perguntou:

“Que dica ou contribuição você daria para alguém como eu?”

Sabe quando seu computador aumenta a velocidade do ventilador e faz barulho porque está com o processamento alto? Foi assim que me senti. Afinal, o que era “alguém como eu” naquela situação? E além disso, a “minha visão” de vida, meus objetivos, minha trajetória, meu propósito, meus fracassos, meus círculos foram e sempre serão fundamentais para embasar o que eu faria e que busco.

Assim como o computador, parece que o meu cálculo mental se acalmou e depois destes breves segundos refletindo, ficou claro para mim que a clareza/profundidade que eu tinha sobre a pergunta derivava da minha busca constante por tentar me compreender, por buscar propósito e por perseguir felicidade.

E para mim, toda esta busca, tentativa e perseguição tem um nome: autoconhecimento

Acredito que o autoconhecimento seja muito mais uma jornada do que “só” uma habilidade. Ou seja, não acredito que exista o dia e que você diz: “Pronto, sou proficiente em autoconhecimento. Vou por 100% lá na minha ‘lista’ de habilidades.”

Buscar o autoconhecimento é uma jornada contínua, individual e bastante personalizada. Depende muito (para não dizer exclusivamente) de você. De se interessar e se conscientizar sobre o que desperta curiosidade em você, o que te drena energia, o que te incomoda/irrita, quem são as pessoas que você admira e porquê.

Tudo isso acaba sendo muito importante para sair do seu inconsciente, ir para o seu consciente e te permitir agir e não só REagir. Também vai te permitir ir criando, pouco a pouco, a clareza dos seus objetivos e também pode te ajudar nas mais diversas áreas da sua vida pessoal / profissional.

E foi um pouco deste raciocínio que eu construí na conversa com o candidato. Dizendo que para mim, na minha trajetória pessoal e profissional, autoconhecimento fez muita diferença. Me fez enxergar que pessoas que despertaram para esta busca são muito valiosas para ter por perto.

E só para você ter certeza que isto não é algo exclusivo da minha cabeça, vejam que a VOCÊ S/A de agosto de 2019 também abordou o assunto na sua matéria de capa (link da versão reduzida da matéria da revisa).

Para quem ainda quer mais.

Ainda pretendo explorar um pouco mais o assunto em um próximo texto. Se você se interessou, vou deixar um artigo muito bom do Lucas de Melo da MindMiners trazendo algumas técnicas/testes comuns sobre autoconhecimento.

E lembre-se, o passado já tá definido, mas o futuro tá aí para a gente definir: